Faz dos meus braços tua morada, vem, eu te aboleto aqui no meu seio. Ponha tuas raízes em mim e se fixe na minha vida. Inventaremos o resto juntos e por enquanto, só prometa vir como for. Venha. Não tarda, não aguarda. Não mais.
Quero explodir em palavras o que minha boca já não é capaz de lhe dizer. Sempre que aquieto me perco dentro destes meus pensamentos tão meus, então rogo-te: venha cá me salvar! Anotei meu endereço nos traços curvilíneos do teu corpo esperando que logo viesse, então embale-se e venha. Deixe-me sentir teu calor, teu fervor, teu cheiro. Deixe-me buscar em tuas rotas o caminho da tua boca e beijá-la n’um encontro de lábios fogosos e cheios de desejo. Deixe-me por rosas nos teus cabelos e depois arrancá-las junto das tuas roupas. Acorde ao meu lado, amor, recostado no meu seio terno que queima de amor por ti. Fica, fica em mim.
— F. Frendoshy, “Fragmentos do nosso dia-a-dia”. (via capitulados)
(via capitulados)
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